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domingo, 21 de setembro de 2014

Ricardo Araujo Pereira na VISÃO: Clube dos socialistas mortos


Francamente genial. Força nisso RAP!

Pantomineiro Mor




Exmo. Sr. Presidente da Federação do PS de Braga,

Na qualidade de socialista falecido em 2005, venho felicitar a sua federação por possibilitar a participação de mortos no processo eleitoral. Durante demasiado tempo, só pessoas vivas eram chamadas a votar, pelo que se saúda o alargamento do espectro eleitoral a espectros eleitores. A iniciativa de V. Exa. produz efeitos ideológicos que, tenho a certeza, hão-de marcar a história do socialismo. A velha divisa cubana "Socialismo ou morte" terá de merecer actualização, na medida em que a federação socialista de Braga demonstra que socialismo e morte não são conceitos que se excluam. Talvez em Cuba os cidadãos sejam obrigados a escolher "socialismo ou morte", mas em Braga podemos ter "socialismo e morte", tudo ao mesmo tempo. É, literalmente, o melhor de dois mundos: este e o outro.

Note que não falo em nome dos mortos-vivos, mas sim dos muito mais prosaicos mortos. Os mortos-vivos, pese embora a fama de que vêm gozando, não merecem direito de voto. As criaturas lendárias já estão muito bem representadas na vida política pelos vampiros. Acrescentar os mortos-vivos seria redundante. Os mortos, em contrapartida, nunca obtiveram representação política. O falecimento, ocorrência tantas vezes alheia à vontade do cidadão, retira-lhe o direito de voto, sem que seja apresentada uma justificação válida. A ausência de actividade cerebral não serve de desculpa, uma vez que também se verifica, quer em outros eleitores, quer em boa parte dos eleitos.

Como é evidente, coloca-se a questão de saber de que modo pode o morto participar no processo eleitoral, dadas as suas limitações. Neste ponto, permita-me que lhe apresente o meu sobrinho Nelson, que é bruxo em Esposende. É a ele que estou a ditar estas palavras. Por uma verba simbólica, o Nelson está disponível para colaborar com a concelhia do PS, transmitindo aos seus dirigentes a posição política de um vasto leque de defuntos. Todos os dias, o Nelson recebe a visita de inúmeras almas de antigos socialistas, ansiosos por participar na vida partidária. O morto, hoje em dia, já não se satisfaz com as tradicionais aparições fantasmagóricas em casa dos familiares para bater com portas e abrir torneiras. O defunto moderno quer continuar a ter uma palavra a dizer na vida cívica. O meu sobrinho Nelson pode ajudar a concelhia a registar as opiniões de antigos socialistas, por apenas dois euros por alma. No entanto, o Nelson está preparado para lhe oferecer um preço especial por atacado, a saber: 15 euros por cada palete de 10 defuntos.

Creia que somos muitos, neste lado, a querer participar. E está aqui um senhor chamado Engels que quer dar uma palavrinha a V. Exa. acerca do que é, na verdade, um partido socialista.
Com os melhores cumprimentos,

Fernando Manuel T. Guedes

Defunto


In: http://visao.sapo.pt/clube-dos-socialistas-mortos=f795734#ixzz3DwXyB9BV

sábado, 21 de junho de 2014

Ricardo ARAUJO PEREIRA na revista VISÃO - Há um político do PS que vai perder umas eleições em que só se pode votar no PS


Realmente é muito bem visto! Ser do PS e perder uma eleição onde só se pode votar PS é um pedaço frustrante! Muito BOM!

Pantomineiro Mor

A decisão de organizar eleições primárias no PS é, ao contrário do que se diz, extremamente arrojada. Primeiro, a introdução de um vocábulo como "primárias" no meio partidário, todo ele já bastante impregnado de primarismo, demonstra ousadia e vontade de provocar o sistema. Em segundo lugar, abrir a votação a "simpatizante" do partido, quando hoje parece claro que a antipatia é o sentimento que os partidos mais despertam, também revela uma desfaçatez muito irreverente.
Por último, os candidatos correm um risco enorme: há um político do PS que vai perder umas eleições em que só se pode votar no PS. É uma humilhação grande para o derrotado e uma honra algo questionável para o vencedor, porque não é surpreendente que os eleitores socialistas votem num socialista. Pensando bem, tendo em conta o resultado das últimas eleições, talvez seja.
A introdução da figura do simpatizante mostra, no fundo, que o PS não pode contar com os seus militantes para escolher os dirigentes.
Os militantes são, na verdade, antipatizantes do partido, uma vez que são incapazes de escolher um candidato que agrade ao eleitorado. Os militantes do PS escolheram Seguro, que também é a escolha favorita dos militantes dos partidos adversários. Cada vez é mais misterioso que PS e PSD não consigam entender-se, porque são compostos por gente que partilha os mesmos gostos, as mesmas ideias e os mesmos sonhos. Mesmo os problemas que afectam os seus líderes são idênticos. Neste momento, António José Seguro não sabe se vai poder governar, por causa de António Costa, e Passos Coelho não sabe se vai poder governar, por causa da Constituição. Para um observador desapaixonado, como eu, parece-me que António Costa e a constituição pretendem proteger o povo português de males maiores.
O problema de PS e PSD não são as divergências, é o tamanho do País. Se houvesse espaço para dois governos, em vez de apenas um, tenho a certeza de que saberiam entender-se. A liderança bi-céfala, apesar das bi-cefaleias que tem dado no Bloco, talvez fosse a solução para o país.
O mais interessante, nas eleições internas do PS, é o facto de os candidatos prometerem apresentar cada um o seu programa político. Ou seja, o PS esteve estes anos todos sem um único programa, e de repente ameaça com dois. Sempre é verdade que não há fome que não dê em fartura.

in  http://visao.sapo.pt/ele-nao-merece-mas-vota-nas-primarias-do-ps=f784559#ixzz35I5rRngz

sábado, 25 de janeiro de 2014

RICARDO ARAÚJO PEREIRA na revistas VISÃO...."Um 2014 Fantástico"



Sempre ao seu melhor nível, grande Ricardo. Só é pena que seja sempre na base do bota abaixo, mas que dá para rir, lá isso dá...

Pantomineiro Mor

O escritor brasileiro Luís Fernando Veríssimo percebeu que se interessava mais por letras do que por números quando, em criança, o professor de matemática lhe colocou aqueles problemas do costume. "Um comboio parte do ponto A às 8h00 e viaja a uma velocidade média de 100 km/h. Outro comboio parte do ponto B duas horas mais tarde e depois segue a 80 km/h. Determine a que horas vão os comboios encontrar-se no ponto C, sabendo que, etc." Em vez de calcular a resposta, Veríssimo punha-se a imaginar quem seriam os passageiros dos comboios, por que razão iriam para o ponto C àquela hora da manhã, ou quem os esperaria lá.

A dimensão do meu interesse por economia também ficou evidente quando, na faculdade, tomei contacto com a teoria da mão invisível, de Adam Smith. Dediquei as minhas reflexões a tentar perceber a razão pela qual alguém, mesmo tratando-se de um mecanismo económico, dispondo de uma mão invisível, a usaria para orientar agentes económicos em sistemas de mercado livre, e não para apalpar jovens raparigas no metro. Bem sei, e não é sem vergonha que o confesso, que os meus pensamentos acerca da mão invisível eram bastante primários: descuravam a existência de raparigas que, não sendo assim tão jovens, pudessem igualmente tentar o possuidor de uma mão invisível, e que isso sucedesse noutros locais que não apenas o metro. Mas essa sofisticação de raciocínio, só a obtemos com a idade.

Esta semana, coloquei a mim mesmo uma questão sobre a economia nacional que pertence à mesma área de estudo: se os indicadores são assim tão bons, porque é que a troika continua a mostrar-nos o dedo do meio? Trata-se de uma perplexidade que, como a mão invisível de Smith, explora a relação da ciência económica com o carpo, metacarpo e falanges. E é um problema que completa a teoria do economista inglês com outros patamares de visibilidade: a mão é invisível; os indicadores, só o primeiro-ministro e alguns dos seus amigos os vêem; e o dedo do meio, vemo-lo todos.
A mensagem de Natal de Passos Coelho deve, a esta luz, ser incluída na tradição da literatura profética, uma vez que analisa os indicadores que o primeiro-ministro vê mas que tanto nós como o INE só veremos, em princípio, no futuro.

A partir dos dados avançados pelo profeta, no dia 25 de Dezembro, podemos antever o ano de 2014.
A nossa economia começou a crescer, e acima do ritmo da Europa.
O emprego também já cresce e foram criados 120 mil postos de trabalho, só até ao terceiro trimestre.
E o desemprego, especialmente o emprego jovem, está a descer.
Em 2014, as 120 mil pessoas que arranjaram emprego vão produzir riqueza, provavelmente a cavalo dos seus unicórnios, acima do ritmo de crescimento da Europa.
Com a ajuda da Fada dos Dentes, o número de desempregados descerá para níveis insignificantes.
E, no primeiro semestre, Passos Coelho encontrará um sapo muito feio, a quem dará um beijo de amor. E o anfíbio transformar-se-á num lindo superavit da balança comercial. Tudo indica que vamos ter um 2014 fantástico.
Resta apenas saber se será fantástico no sentido que a palavra adquire nos anúncios de shampoo, para descrever o aspecto do cabelo depois de lavado e penteado, ou no sentido tradicional, que designa as coisas que só existem na nossa imaginação.


in http://visao.sapo.pt/um-2014-fantastico=f764309

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Carvalho da Silva, Ricardo Araújo Pereira e Daniel Oliveira querem NOVA FRENTE DE ESQUERDA



E eu sugeria que o primeiro se dedicasse a plantar couves, o segundo a fazer humor de top e o terceiro a escrever como tão bem escreve! Uma nova frente????! Francamente, qualquer dia temos uma esquerda 360! Livra.... e tudo o vento levou!

Pantomineiro Mor

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

RICARDO ARAUJO PEREIRA no 5 para a meia noite (Novembro 2013) com José Pedro Vasconcelos



Há sempre tempo para ver e ouvir o melhor humorista português de todos os tempos, certo? Então também há tempo para ouvir os que o conhecem melhor.

Obrigado Ricardo por fazeres Portugal sorrir numa altura em que tudo nos leva para o triste fado!

Pantomineiro Mor


segunda-feira, 23 de setembro de 2013

ELEIÇÕES ALEMÃS 2013: e a GORDALHUFA lá ganhou


Um terceiro mandado e quase com  maioria absoluta! Não deixa de ser um resultado brilhante, pois desde 1957 que ninguém na Alemanha conquistava o poder com maioria absoluta. E a fórmula foi a da austeridade, certo? Sim, mas para os outros, não tanto para a Alemanha, que de forma comedida lá vai mantendo um equilíbrio orçamental de fazer inveja ao Passos Coelho (ao Seguro não, que por ele quanto mais nos enterrarmos no défice melhor, o crescimento económico depois paga tudo, já sabemos, é mágico). Quanto mais os pobres da Europa, isto é, nós e os gregos, odíamos a gordalhufa, mais os alemães parecem gostar dela! Mas o que fez ela assim de tão bom pelo país?

A Alemanha, mesmo quando toda a Europa vai sofocando na crise, em especial os mais pobretanas, mantém taxas de crescimento económico de destaque, tem uma taxa de desemprego baixa, e como já referi acima, mantém a despesa pública controlada. E claro, a sua população usufrui ainda de um conjunto de regalias e mordomias que por cá apenas podemos cheirar à distância! Mas o melhor de tudo nem foi entre portas, foi na Europa que ela colheu mais frutos....

Merkel está a conseguir aquilo que Hitler falhou pela força. Conquistar a Europa. Hollande ajoelhou a sua França perante a gordalhufa, que também mantém em sentido os irreverentes britânicos. Os pedinchas do sul da Europa, ligados à máquina do euro, há muito que lhe beijam os pés, e os demais, Holanda, Bélgica e afins, tal como na segunda guerra mundial, nem levantam grande espiga, alinham e calam, nunca se sabe quando vão precisar de uma mãozinha alemã. Trata-se de uma vitória ECONÓMICA da Alemanha sobre o resto da Europa, o que em si me atormenta muito menos do que o esforço bélico desenvolvido por Hitler no século passado (dito assim parece distante mas até que não é...).

Pois bem, um terceiro mandato para a gordalhufa vai ser a estocada final. Qualquer dia, a troco de alguns euros, o inglês, que já nem é obrigatório no 1º ciclo, deverá ser subsituído pelo alemão, depois, para podermos manter o défice nos 5% ou outra qualquer percentagem, desde que acima do combinado com a troika, e claro, além do desejado pelo governo, vendemos o Algarve, e por fim, o que nem será pior, entregamos São Bento à gordalhufa para ela poder governar a Europa no Inverno a partir de Lisboa, que é um sítio bem mais ameno do que a gélida Baviera! Desde que fique com o Passos para mordomo, o tuga acho que até nem se importa.

Veremos se tenho ou não razão, mas pelo sim pelo não, vamos estar atentos às investidas panzer versão ECONOMIA do IV REICH de Angela Merkel. Domar a gordalhufa não vai ser tão simples como levar uma canja à gordalhufa como preconizava Ricardo Araújo Pereira, e é pena, porque se há coisa que o tuga sabe fazer é uma boa canja!

Pantomineiro Mor


sexta-feira, 28 de junho de 2013

Ora se a chuva é má para a economia, pobre da Noruega! Bem pensado Ricardo Araújo Pereira



Muito simples desmontar a teoria do Gaspar, bem visto car o RAP, sempre em grande! Se fosses tão bom como político como és a fazer humor, nas próximas eleições votava em ti!



Pantomineiro Mor


quinta-feira, 13 de junho de 2013

Antes da FAMA, Ricardo Araújo Pereira (RAP) e José Diogo Quintela no Cabaret da coxa



Antes e depois da fama estes dois continuam iguais a si próprios, é de saudar, GRANDES PANTOMINEIROS.


Pantomineiro Mor

Como é que as pessoas relatam as conversas? Ricardo Araújo Pereira explica!



Quem relata conversas dos outros começa sempre por “aaahhhh”, ou “epá” ou “eu faço e aconteço”. Bom conversa para encher chouriço é o que me parece! Mas com alguma moderada graça!


Pantomineiro Mor

Ricardo Araújo Pereira explica Shakespeare



Com o telemóvel a obra de Shakespeare transforma-se e o fim fica com um final diferente, e até faz chamadas!


Pantomineiro Mor

Ricardo Araújo Pereira (RAP) analisa os diferentes videntes disponíveis no mercado



Pois realmente o que não falta no mercado são astrólogos e videntes, desde o Mambo ao Fofana, Karanba e Cisse (ou Cissé!!). Alguns até são cientistas!


Pantomineiro Mor

Ricardo Araújo Pereira (RAP) quer renovar com Jorge Jesus até 2050



Depois do Benfica comprometer a vitória no campeonato da época 2010/11, RAP renovava com o Jorge Jesus até 2050! Actualmente és mesmo o único!


Pantomineiro Mor

Ricardo Araújo Pereira (RAP) é treinador de bancada do Benfica



O melhor treinador de bancada do mundo é Ricardo Araújo Pereira, que explica como é!


Pantomineiro Mor

Miúdo de 12 anos pergunda ao Ricardo Araújo Pereira (RAP) o que ele realmente quer!



Afinal o quê que o Ricardo Araujo Pereira quer? Pergunta feita por um miudo de 12 anos na apresentação do livro. Oportunidade ainda de assumir publicamente que foi processado pelo Pinto da Costa e que o Paulo Bento convidou os gato fedorento para rejeitar um convite feito para ir ao programa!


Pantomineiro Mor

Ricardo Araújo Pereira (RAP), o melhor do mundo a comer pudins



No momento em que o Chelsea despede José Mourinho, o RAP fala de melhor do mundo para melhor do mundo, sendo que é dada a conhecer ao mundo a especialidade do RAP, comer pudins.... o melhor treinador vs o melhor comedor de pudins!


Pantomineiro Mor

As personagens de Ricardo Araújo Pereira (RAP) no 5 para a meia noite



As personagens do Ricardo Araújo Pereira no 5 para a meia noite debaixo dos olhos invejosos de Nuno Markl. Há quem tenha talento, outros nem tanto!


Pantomineiro Mor

Ricardo Araujo Pereira e o novo equipamento do Benfica cor-de-rosa



Cor-de-rosa no novo equipamento do Benfica é alvo de apoio por parte de Ricardo Araújo Pereira, aliás, ele próprio ameaça vestir rosinha!


Pantomineiro Mor
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